SEJA BEM-VINDO!
Educação de excelência
Equipe formada por grandes referências profissionais em âmbito
nacional e internacional
Nosso diferencial
A escolha de um corpo docente diferenciado com experiência clínica consolidada e sustentada pelo conhecimento científico
Aplicabilidade prática
Nossos cursos capacitam o profissional para a prática clínica e inserção no
mercado de trabalho
Conheça nossos cursos com
vagas abertas
Quer receber em primeira mão as novidades e conteúdos da Baracho Educação?
acompanhe aqui os depoimentos
HISTÓRIAS DE QUEM JÁ APRENDEU COM A GENTE
Mais conhecimento, trocas e conteúdo
Blog da baracho
Blog da Baracho

Vulvodínia: a síndrome da dor vulvar

Olá colegas!!

Trouxemos para vocês um tema de grande relevância e muito desafiador.
A Vulvodínia, cujo termo correto é SÍNDROME DA DOR VULVAR, é uma condição de saúde que acomete entre 8% e 18% das mulheres em todo o mundo. É uma dor pélvica crônica (pelo menos três meses evolução) caracterizada pela presença de dor percebida na região vulvar sem causa aparente ou infecção.

Embora a síndrome de dor vulvar tenha consequências psicológicas negativas a Associação Europeia de Urologia não concorda em incluí-la como um transtorno de dor gênito pélvica ou da penetração, no DSM – 5, por acreditar que não há base científica para essa inclusão. Independente da nomenclatura, é fato que a síndrome da dor vulvar gera um transtorno para a paciente e precisa de uma abordagem multidisciplinar, incluindo médicos, psicólogos, sexólogos, fisioterapeutas, entre outros.

O diagnóstico da condição de saúde é feito pelo médico. O Fisioterapeuta faz o diagnóstico cinético funcional, determinando as deficiências, limitações e restrições relacionadas à condição de saúde, assim como os fatores contextuais. É a partir dessa avaliação e do diagnóstico funcional que o Fisioterapeuta direciona todo o tratamento da paciente, que sempre deve ser único e individualizado.

Mas e a literatura, o que nos diz?
Duas revisões sistemáticas (2017 e 2018) destacaram as principais intervenções fisioterapêuticas para reabilitar pacientes com dor vulvar ou com transtorno de dor gênito pélvica, como biofeedback, treinamento dos músculos do assoalho pélvico, terapias manuais, eletroestimulação perineal, entre outros. Apesar de ainda não haver um consenso a respeito das terapias mais eficazes, a Fisioterapia é considerada tratamento de primeira linha para essa condição.

Além disso, um olhar mais subjetivo para essas pacientes é fundamental. Ler nas ‘entre linhas’, saber escutar, tanto as mensagens verbais como as não verbais é fundamental para abordagem a essas mulheres.

Gostou do texto? Compartilhe!
Até o próximo!

Referências bibliográficas:
Souza C. et al.. Physical Therapy techniques for sexual pain: a systematic review. 2020
Morin M. et al. Systematic review of the effectiveness of physical therapy modalities in women with provoked vestibulodynia. 2017
EAU, 2014